Os trabalhadores do HSBC reagiram protestando contra o projeto piloto Papafila implantado pelo banco, que traz precarização e exploração da mão de obra.
A primeira manifestação de uma série aconteceu nesta quinta-feira dia 5 na agência Maria Marcolina, região do Brás.
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O projeto resume-se a um correspondente bancário dentro da agência. O banco instalou equipamentos num balcão logo após a porta giratória. Quando o cliente entra para realizar o serviço um menor aprendiz aborda-o e faz o atendimento de forma precária. “Conversando com um desses menores constatamos que eles recebem menos que um salário mínimo. Isso é exploração da mão de obra. Nossa reivindicação para que o banco acabe com esse absurdo. Vamos intensificar os protestos”, afirma a funcionária do HSBC e diretora do Sindicato Liliane Fiuza.
Correspondente - A utilização de correspondentes para precarizar as condições de trabalho é duramente criticada pelo Sindicato. O Conselho Monetário Nacional (CMN) determinou que a partir do dia 2 de abril será proibido o funcionamento dos correspondentes dentro das agências.
Fonte: SEEB SÃO PAULO
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